quarta-feira, dezembro 26

Natal

E as festas passaram-se. Da pior maneira este ano. Apesar disso, os mais importantes estiveram por perto. Mil beijos para o meu avô que é o melhor do mundo e que não merece metade do que lhe ofereceram este Natal.
Para o ano espero que cá estejas para voltarmos a comer bacalhau independentemente de quem está ao nosso lado.

Espero que tenham tido uma noite feliz perto dos vossos entes queridos,
Um beijo,
PAT




quinta-feira, dezembro 20

Férias

"Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti." É um ditado que as pessoas deviam ter em conta nos seus dias. Eu tento ao máximo cumpri-lo. Já outros..

(Sábado á tarde pleaseee)



segunda-feira, dezembro 17

Semana infernal

Durante esta semana resta-me o meu iPad para me dar alegrias nos intervalos de estudo. Desejo ansiosamente sábado á tarde para poder respirar durante uns dias.
Desejem-me sorte para os próximos dias,
Pat

Direito fiscal
Análise Financeira
Contabilidade analítica, me esperam.



quinta-feira, dezembro 13

Lares ilegais - Opiniao

Tem-se por aí ouvido falar em lares ilegais. Parece que a humanidade acordou para uma realidade que há muito se vive em Portugal. Estatísticas apontam para a existência de mais de 600 destas casas em Portugal como se se fizesse uma descoberta de petróleo nas profundezas da ZEE portuguesa. Não me espanta. O estado anda adormecido face às necessidades de relevância que o país atravessa e depois vêm mostrar-se chocadissimo quando se assiste a reportagens como as que tem passado nos últimos dias na televisão. 
E querem saber a minha opinião? Ainda bem que os há, os de qualidade. Num país em que os meus avós passam anos a pagar quotas e a descontar para poder usufruir de uma velhice confortável, após o trabalho árduo que prestaram durante anos a uma terra que pouco de bom lhes deu em troca a não ser os calos nas mãos, a fome dos dias e outros sacrifícios que tais, pedirem-lhe agora - altura em que já nada podem fazer - mil e duzentos euros mensais para poderem ter os cuidados e atenção de que merecem? 
É pouco ético. Ainda mais para um país que se diz desenvolvido. Perdoem-me se acham que estou errada e perdoem-me os lares de "luxo" deste país e quem tem dinheiro para os pagar, mas ainda bem que há pessoas que gostam mais de idosos do que de dinheiro.
Falo em causa própria.
Graças a Deus que existem lares ilegais de qualidade. Casas de repouso.
Não vos falo de depósitos de velhos. Falo-vos de famílias novas de idosos que ainda têm muitos anos pela frente e que os querem encarar com um sorriso, longe da solidão de quatro paredes velhas, onde escorrem memórias de tempos árduos, perdidas nos confins do campo, ou das ruas cheias onde muitos moram, todos lá passam e ninguém os visita.
Só eu sei o que sinto quando visito a minha avó e ela está mais sorridente que nunca, numa casa que não é a dela, mas que passou a ser porque os tempos assim o obrigaram e as circunstancias, infelizmente, também.

Eticamente falando devia-se defender que estes estivessem nas nossas casas, que tivessem o direito de viver perto do seu seio familiar. Quem me dera poder tê-la a contar-me as histórias de Inglaterra, enquanto bebíamos um chá de camomila como tanto gosta, acompanhada de um bolo de café, que não sei fazer, mas que certamente me iria ensinar. Para que são precisos lares? 
As gerações mudaram. As famílias estão cada vez mais desagregadas e torna-se insustentável, para mal da humanidade. Sim, para mal da humanidade. Porque o saber dos mais velhos devia morrer perto dos mais novos, e não perto daqueles que passaram pelo mesmo e sabem de cor o que a vida custou. Talvez a crise actual não fosse desculpa para tudo. Talvez não fossemos a geração à rasca mas sim uma geração mais desenrascada. Onde o conhecimento de causa nos faria pensar na sorte que todos temos agora sem saber; na sorte que eles não tiverem nem continuam a ter por pagarem mil e duzentos euros pela felicidade dos seus últimos dias. 

Dói. Porque os amo.
Dói porque não os posso ter por perto.
Dói porque em breve vão partir sem glória.
Ainda assim, um bem haja aos lares ilegais de qualidade.
Um bem haja às pessoas que lutam contra um estado medíocre e deficiente na oferta de qualidade de vida. 
Um bem haja aos meus avós, que são os melhores do mundo e merecem o sorriso da manhã e um beijo de boa noite de alguém e não das quatro paredes da solidão. 

as fotos com a avó tao a caminho

está tudo dito




"Nem sempre a fraqueza que se sente quer dizer que a gente não é forte."


terça-feira, dezembro 11

Escola da Vida


E ainda há três anos estávamos nós no parlamento europeu a conhecer as teorias da criação da união europeia e da moeda única e agora andamos em conferencias para decidir como renegociar a divida dos estados membros a fim disto não ir tudo por água abaixo. Como as coisas mudam em pouco tempo hã?!

Também há três anos diziamos "Quando eu acabar o curso..." e agora dizemos "O que vou fazer depois?"
Parece que foi ontem. Mas felizmente muitas coisas mudaram. Aqueles que nos eram estranhos passaram a ser mais do que a nossa família. A união fez-nos perceber o quanto precisamos uns dos outros e o quanto é importante saber lidar com as diferenças de cada um. A Universidade não é só marrar, acabar o curso e pronto. Daqui tiram-se valores para a vida. E isso sim, é o mais importante. 
Daqui a pouco tempo não sei quando voltaremos a estar todos juntos, mas uma coisa é certa, GESTAO fomos nós durante os últimos três anos e isso já ninguém nos tira da memória. 
Um bem haja aos que entraram na minha vida e que tem intenções de permanecer nela, pois deixarão de ser os meus colegas de escola para ser meus camaradas de vida. 
E isso sim, é que vai valer a pena.
(Vai ser um prazer dizer aos meus filhos que passámos noitadas a redbull e que tive x e y sempre ao meu lado :p)

Jornadas da Economia Portuguesa e Europeia, Escola Superior de Gestão Hotelaria e Turismo
com Prof. Doutor Francisco Louça e Prof Helder Carrasqueira
6 de Dezembro de 2012

segunda-feira, dezembro 10

Amor de mel, amor de fel

«Gosto de ti como nunca gostei de ninguém ... queria que soubesses que és muito importante para mim e que para ficar contigo vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance. Amo-te»

Somos a verdade da mentira. A lua na escuridão. O silêncio na mágoa. O sofoco da raiva. A lágrima da dor. Somos a luta pelo amor. O amor da distância. Somos um do outro. Somos muito mais que isso tudo. Tu sabes. 
Obrigada pela dedicação dos últimos tempos.
Vai ficar tudo bem.
«Prometo»

9 de Dezembro, Peniche 

sexta-feira, dezembro 7

Até Domingo


Para todas as pessoas a quem isto faz comichão, é só para dizer que vamos até Peniche, voltamos Domingo. Um beijo de bom fim de semana para todos!

terça-feira, dezembro 4

dia mau

Aqueles dias em que acordas ás 7 da manhã para ir para as aulas, e voltas da escola às 23h30 para te enfiares na cama. Com uma frequência pelo e meio.. tããooo boom!


segunda-feira, dezembro 3

Sorrisos de sangue, é o que se quer

As pessoas vivem cada vez mais para sí e para o seu umbigo. Tudo gira em volta do dinheiro.
Apaixonam-se por dinheiro, tiram determinado curso pelo dinheiro, fazem coisas que nunca pensavam fazer pelo dinheiro, amam o fútil, sonham com o caro, com o prestigio. Vive-se de estereótipos e de imagens.
Há uma constante busca pela superioridade substancial e material. 
Abdica-se muito do sentimento para atingir fins. Fins esses que nos farão felizes aos olhos dos outros, mas que no fundo em nada nos enchem a alma. E é mesmo aí que todos nós falhamos. Em deixar a alma para depois, a termo incerto, na esperança que um dia alguém  nos dê o abanãozinho e nos pergunte «E o sangue que te corre nas veias, é feliz?». Esse alguém não existe.
Há uma grande diferença em parecer-se feliz e sê-lo efectivamente. Pão Pão, queijo queijo. 
Julguem-se as pessoas por actos, não pelo que vestem e trazem consigo, na mão... porque o coração é outra coisa. Uma coisa melhor e maior, que pode trazer muitas mais coisas para nos fazer simplesmente esboçar um sorriso de sangue e não mais um arregalar de dentes só para fazer jeito.

Mais abraços e palavras,
das pesadas,
que conseguirão pôr alguém a chorar de felicidade. 
Isso é que vale a pena.
A vida agradece.
E eu também.


domingo, dezembro 2

Porque trata de mim



Admiro o tempo. A maneira como nos dá espaço e nos tira o chão; nos traz a felicidade de volta e nos faz ter saudades. Como consegue ser dono da razão.
Admiro o tempo. A capacidade que tem de mudar a nossa vida. De pôr e tirar quem nos faz, ou não, falta. De curar as feridas que nunca deviam ter existido, de nos marcar com cicatrizes que ficarão para sempre. 

Admiro o tempo.. 
Porque trata de mim.

sábado, dezembro 1

De um lado o sol, do outro a lua


Espelhavam os meus olhos o sol que se punha no mar. Era verão, fim de verão. Todos os dias à mesma hora por ali passávamos a passo largo pelas veredas vincadas no restolho deixado da colheita do ano. Cada um, a sós com os seus botões, pensava nas suas vidas, nos seus problemas, em como os solucionar. Eu pensava em ti. Em ti e em todo o mal que me fizeste. Em todos os dias que passei contigo. Havia uma nostalgia mortal em cada passo que dava, uma mágoa que me desfazia o coração e me tirava a força das pernas, me fazia tremer as mãos, estremecer o corpo, me despedaçava o estômago e me encruzilhava a garganta sem que qualquer firme palavra pudesse sair. Felizmente ninguém me questionava, porque no final de contas ninguém sabia. 
Quando também tu sentires uma faca a apunhalar-te pelas costas todos os dias e todas as noites, como eu senti durante todos aqueles dias em que me perdi e poucas vezes me encontrei, amor, aprenderás de vez a amar. A amar mais e melhor. Como também eu aprendi, com tudo isto. 
Há coisas que nos fazem crescer muito. O pior da vida, muitas das vezes. Coisas que normalmente nos abandonam para nos dar uma lição valente de como saber fazer com que da próxima vez fique connosco aquilo de que gostávamos que não tivesse ido embora. Mas na melhor das hipóteses, há pessoas burras, como eu, que acreditam nos bons ventos, na mudança das pessoas para melhor. Que nunca condenam os outros sem antes lhes dar a oportunidade de se ajoelharem perante o crime e se entregarem pelos seus erros. Pessoas burras, como eu, que acreditam no amor eterno, mais do que na felicidade passageira. 
Que sofrem ao ver o sol se pôr enquanto as pernas tremem, mas que ficam felizes por olhar para trás e pensar que do outro lado do horizonte, está a lua para iluminar o caminho de regresso a casa.

Na verdade, só se desilude quem se ilude, mas também só é feliz quem faz pela felicidade.
Por tudo isto..
Fica e faz por ela. Por nós.

quinta-feira, novembro 29

Amigos na hora h

Era noite. Quinta à noite para ser mais precisa. Após algumas horas de viagem e um belo jantar que a tua mãe  nos preparou, mete-mo-nos no carro, de regresso a casa, pensava eu, mas não. Fui sem destino, fomos, por ai. Tem tu sabias bem onde iriamos parar, penso eu. Precisava de falar. Nem sei como é que percebeste isso tão bem. Afinal o teu melhor amigo é ele, não eu...
Perdi-me no caminho. A minha cabeça estava a latejar de me lembrar dos dias maus que me passavam lentamente à frente dos olhos, como fotografias antigas que se tinham transformado em cortes que sentia agora na pele, um por um, como se tivesse a viver tudo de novo. Sentiste-o. Havia um nó na garganta que não me deixava soletrar bem as frases que queria entoar de forma clara, certeira e aparentemente forte. Fazia força para as lágrimas não escorrerem a fio pela cara.. enquanto o conta quilómetros aumentava, noite a dentro, pelos caminhos percorridos durante um verão inteiro de dores e alegrias. Fez-se silêncio. Lentamente uma por uma, cairam.. as que não consegui conter. «Tem calma».
Por entre a mágoa, a raiva fugia-me por entre palavras que não sentia mas que precisava de dizer em tom de descarga emocional. «Tem calma». Havia silêncio e no silêncio ele interrompia-nos em mensagens múltiplas que me chagavam ao telemóvel «Onde estás?». Estava a caminho... e não sabe os caminhos que percorremos por sua causa.
«Vamos até tua casa. Ou melhor.. vamos beber um copo. Sempre que precisares estou aqui»

Sem dúvida que era tudo o que precisava naquele momento.
Obrigada 


quarta-feira, novembro 28

sweet twenty


E como o nosso dia de aniversário é sempre feito pelos outros, deixo-vos algumas das mensagens que recebi. Um beijo grande aos que continuam a fazer parte da minha vida, porque são esses que realmente importam *

"Amo-te mesmo, quero provar-te isso ao máximo amor. Feliz aniversário, que venha tudo de bom!(..)Parabéns do Fundo do meu coração"

"Estás a brincar não? Parabééns sardanisca, Parabéns duas vezes!"

"Vai ficar tudo bem. Confia em ti, tu és linda e muito boa pessoa (...) Parabéns, Beijo Grande" 

"(..)Sei que agora é super cedo mas tinha que ser para te dar os bons dias, por isso: Muitos Parabéns! Obrigada por tudo o que és e sempre foste, pelo apoio incondicional, pelo teu tempo e amizade."

"Parabéns baby, espero que a tua vida esteja a correr bem. Tenho muitas saudades tuas, queria poder passar mais tempo contigo (..) Espero que estejas muito feliz (..) e que possa dar-te os Parabéns muitas mais vezes. Amo-te (..)" 

"Parabéns gorda"

"Parabéns parva! Apesar de andarmos mais afastados que há uns tempos, não deixei de gostar de ti. Que contes mais e melhores"

"Parabéns xuxu! Tudo de bom para ti! Que entres nesta década da tua vida com o pé direito, com muito amor e alegria! Mereces ser feliz e vais sê-lo!"

"Parabéns! Apesar das nossas diferenças não me esqueço do que passámos (..)"

"Muitos parabéns! Fizeste gazeta hoje porca, espero que passes um bom dia e que te divirtas muito!"

"Parabéns babee! (..) ainda bem que ja está tudo bem entre nós e espero que continue assim forever! love you"

"Parabéns! sabes que temos as nossas diferenças mas acho que no fundo sabes que podes contar comigo para o que precisares. Beijo grande"

"Ola Algarvia!Parece que fazes anos hoje e como és das poucas pessoas que me inspira pa dizer asneiras pensei em mandar-te uma messagenzita.Entao conta, tas na nazaré? vais vestir as tuas saias e fazer alta party! Faças o que fizeres diverte-te muito, e continua a escrever filosofia... Eu tou na australia com o meu irmao e uns amigos a trabalhar e curtir a vida. Tao ondas da treta mas ao menos os golfinhos vem dizer ola e surfar com agente. Parabens moça, Leo."




segunda-feira, novembro 26

ok?




Podia perder a cabeça. Podia dar sentido certeiro à mão e ferir susceptibilidades. Na verdade é o que um pouco de raiva adicionado de rancor e dor podem fazer a quem não se sabe controlar nas alturas de aperto. E era o que me poderia ter acontecido. Mas na verdade «Os fracos vingam-se , os fortes perdoam e os superiores ignoram» não é? Lá está. Mais uma vez a aprender a engolir o orgulho, neste caso a guardar o anel na mala para não to espetar directamente na tromba como qualquer pessoa com pouca civilização faria. 
Felizmente aprendi a temperar o meu coração. A abrir a pipeta da panela de pressão. E sabes que mais? É o que me vale. 
Há uma coisa que muita gente precisa saber, incluindo tu. Seguindo uma das frases feitas mais ouvidas nos últimos tempos, há uma linha que separa o que faz uma pessoa feliz e o que poderá tornar outra infeliz. E essa linha muitas das vezes é conhecida por ambos os lados da questão. Pessoas, comecem a amar mais e melhor o que vos prende à vida com um sorriso, deixem de adorar ver lágrimas no rosto dos outros quando isso não contribui em nada para a vossa felicidade. Vão há luta com determinação mas só pelo que valer mesmo a pena. 
A vossa vida é uma coisa, a dos outros é outra.
Deixem de confundir as coisas e seremos todos muito mais felizes.


Um beijo,
Pat

sexta-feira, novembro 23

figas





Nazaré, 
23 de Novembro de 2012

Que o amor nos una, como o mar me prende a este lugar.(figas)


terça-feira, novembro 20

Toma lá dá cá

Tem piada. Oiço tanto por aí dizer que os homens são todos iguais.. da boca de tantas mulheres que de diferente não têm nada. Pelos menos a meu ver, claro. 
Talvez os procurem sempre no mesmo sitio, daí a linhagem ser a mesma. 

O ser humano andasse a acomodar muito no que toca ao amor. Já não há luta; entrega total. Palavras deixadas nas entrelinhas, silêncios ensurdecedores, bilhetinhos, pirosadas.. todas aquelas típicas coisas por que o amor será eternamente conhecido. Hoje já não amores para sempre, primeiros e únicos. Já ninguém muda por ninguém, ninguém corre atrás de alguém... é muito mais fácil desistir que insistir. 
Tenho pena. Tenho pena que as tecnologias matem o bichinho do conhecimento entre as pessoas. Que não haja impacto: o clima nas primeiras palavras, dos primeiros olhares.. enfim. 
Já ninguém se dá ao trabalho de fazer com que uma relação dê certo. Apaixonam-se rápido. Desapaixonam-se mais depressa ainda. E sabem porquê? Porque não há primeiros impactos, empatia, as lembranças da primeira vez em que o coração bateu na boca; mas sim do momento em que fomos aceites, da primeira vez que recebemos um like ou que metemos conversa no chat do facebook.
Isso não nos trás nostalgia. E a nostalgia é que sustenta amores para sempre: ainda que não ocupem o mesmo lugar físico na nossa cama dia após dia, mas que nos aqueçam, pelo menos, o coração eternamente. 
 
Estão-se a perder os valores, as palavras bonitas.
Joga-se cada vez mais ao pontapé no ego, ao sexo sem compromisso.
Ao toma-lá-dá-cá..
 

Talvez seja eu que tenha parado no tempo. 



(Em resposta a um dos comentários que me foi feito, algo que já escrevi à algum tempo.)
p.s. dizer isto não é desculpar os homens da maioria das merdas que fazem, mas é meter a culpa das mulheres no topo das suas palavras pseudo-sábias. 

segunda-feira, novembro 19

keep calm


Tenho saudades e medo. Duas das coisas que nunca deveríamos poder sentir em relação à pessoa que mais amamos. 


domingo, novembro 18

Para nunca mais esqueçer

Lembro-me perfeitamente daquela noite.
E do dia seguinte,
para mal de mim.

Quisera-me eu esquecer,
para nunca mais lembrar
daquele abraço redondo,
forte,
sem fim,
por entre a agua que escorria
pelo meu rosto
e pelo teu,
que me fez sufocar em soluços
para nunca mais me esquecer...
De nós. 

(http://onlinespirit.tumblr.com - estou de volta)


sexta-feira, novembro 16

Pessoas, cães, pulgas e micróbios


Gosto de falar das pessoas. Na verdade é um tema que não esgota e que nunca esgotará dado que cada vez mais elas são o centro de um ciclo vicioso do diz que disse e de tudo o que ainda está para acontecer mas que já corre o mundo. Gostam disto. Gostam de pôr as suas vidas em "stand-by", para viver a dos outros mais intensamente. Fazer um filme americano, onde o final é conhecido ao fim da primeira cena ou uma novela mexicana que irá ter pano para mangas só para se poder falar durante mais dias, semanas, aqui, ali e acolá. Gosto de falar de pessoas porque volta e meia acabo por perceber que também elas gostam de falar de mim, de deixar as suas vidas de lado para poderem vir fazer parte da minha como micróbios infiltrados numa ferida que quer sarar e não consegue por causa dessas larvas pessunhentas que insistem em acomodar-se mesmo ali, onde nunca deviam ter entrado, onde não fazem falta nenhuma nem nunca fizeram, onde me aleijam e fazem comichão, sem que as veja. Não estou a chamar nada a ninguém. Não estou a chamar nada a ninguém porque não me dirijo a ninguém em especial, ao contrário dos micróbios que se vem acomodar na minha vida, com um propósito definido e certeiro. Mas um conselho que dou, sem que mo peçam, e mal faço, porque conselhos dados mais tarde ou mais cedo são cobrados, e eu não o quero fazer, é que se deixem disso. Viver a felicidade alheia, nunca trouxe felicidade plena para ninguém. Desengane-se quem pensa assim. 

As pulgas também amam os cães, mas eles sempre serão das cadelas. 

Boa noite e bom fim de semana :)   

quarta-feira, novembro 14

Falta de diálogo

De alguma maneira começa. 
Por nenhuma razão em especial. Por um olhar. Toque. Afinidade. Parecença. Por estar à mão. Por não haver nada mais que fazer. Por empurrão de alguém. Por um clique. Porque sim. Por interesse. Por coincidência. Por amor. Por cores a mais no dicionário da amizade. Porque diz que sim e eu não quero dizer que não de imediato e as coisas acontecem. E vão acontecendo. Porque há magia entre duas pessoas. Porque se procura a felicidade em alguém. Para esquecer a tristeza que alguém nos provocou. Porque a noite está mais bonita que nunca e a manhã decidiu entregar-nos de mão beijada alguém para nos amar o resto da vida. Enfim, por mil e uma razões saberemos sempre precisar o inicio de uma relação, especialmente se a partir desse momento nos alimentarem os dias, as noites, os minutos, todos os pedacinhos da nossa vida. 
As coisas evoluem. Nos tempos de hoje muito mais rápido do que imaginamos. Quando damos por ela estamos entregues ás borboletas do estômago, à rotina e ao desamor. Nessa altura ninguém se vai lembrar do momento em que tudo começou a dar para o torto,culparão sempre o outro e poucas pessoas irão pensar em solucionar o problema e querer rebaixar-se pelo que sentem por alguém. Porque a moda é mostrar quem é que sai mais vitorioso da relação e pisgar-mo-nos o mais rapidamente possível para a próxima. Eu sei. Já não há mulheres que rastejem por alguém, nem homens que amem alguém mais do que o seu próprio ego. Porque uma coisa somos nós, e outra são os outros, com quem temos umas alegrias durante uns tempos e pronto. Dai a taxa de divórcios actualmente em Portugal.
Como os tempos mudam...
Quando um casal está mal e se pede um conselho a alguém (essa é outra, pedir conselhos a alguém sobre o nosso mal? estejam quietos!), um amigo, a primeira coisa que irá dizer é "parte para outra, ele/ela não te merece.." ou " O que não falta é pessoas por aí para te fazer feliz". Caramba! Se essa pessoa nos conseguiu fazer feliz uns tempos, porque é que não nos há-de conseguir continuar a fazer, se nada de extremamente mau tiver acontecido? Eu (acho que) sei. Por falta de diálogo.
O que acontece muitas vezes é que as pessoas chateiam-se umas com as outras, por razões que muitas vezes não tem fundamento, mas que por falta de diálogo, continuarão a fazer todo o sentido na nossa cabeça. Não iremos dar o braço a torcer, porque não iremos querer explicar o que pensamos e sentimos e é mesmo aí que começa tudo a dar para o torto, só porque não se engoliu um sapo e se disse o que havia a dizer.

Eu sei. Dar o braço a torcer é difícil  pesa-nos no orgulho. Mas antes isso que deixar o que  nos faz feliz ir, para sempre. Ou não?

(Algumas pessoas, dizem que não.)



segunda-feira, novembro 12

ohw shit



‎"No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem ou mal, se fizemos a melhor aposta, no entanto em nós ficou a paz de termos escolhido fazer o que achamos melhor para nós.."
Pois é, talvez o melhor para nós nem seja o melhor para mim, todos os dias da minha vida.  As coisas não correm como eu esperava. A cabeça alia-se constantemente numa guerra contra mim e contra o meu coração, ela e aqueles que me são próximos e que gostam realmente de mim. Esta coisa da confiança tem muito mais que se lhe diga do que eu imaginava. Na verdade eu sabia, por isso é que sempre a respeitei.
owh shit, dói!






sábado, novembro 10

Babys


 E hoje apesar de ser sábado foi dia de frequência. Para afogar as mágoas cá estamos nós!

quinta-feira, novembro 8

Onde me encontro e me perco



Não repetiria este verão. Mas apesar disso tenho saudades dele. Para ser sincera, das partes boas dele, que foram poucas, mas que valeram pelo resto. Tenho saudades do murmurar do mar na janela do meu quarto todas as noites.. quase que parecia estar deitada mesmo ali, na areia, onde as ondas rebentam, e os mosquitos me mordem. De acordar com o calor do meio dia a aquecer as portadas de madeira, e a raiar o sol por entre as brechas da velhice das mesmas. De pôr o rádio a tocar aos altos berros, porque não tenho vizinhos para além das lebres que correm pela falésia e os pássaros que cantam no telhado baixinho, enquanto o almoço prepara. Andar sem roupa. Deitar-me na relva a ler um livro, sem horas nem minutos, sem ninguém para me chatear. De não me preocupar se o telemóvel tem ou não bateria. De não ligar o computador dias a fio e não saber sequer o que se passa para além das minhas quatro paredes, porque nem a televisao me faz falta. Sinto falta das férias e da melhor casa que me acolhe, que é a minha, onde me encontro e me perco, todas as vezes que lá vou.  
Um dia destes alguém me disse «Está-se bem aqui (...) há uma coisa que se sente aqui.. » um bom feeling, queria ele dizer, digo eu. Sentimos o mesmo, creio. 
Aquela barreira entre a vida e a liberdade? É aqui que eu a ultrapasso. 
Aqui somos só nós, a sós.

Ao som de http://www.youtube.com/watch?v=h8tuTSi6Sck

quarta-feira, novembro 7

Querido Pai nº2,

Queria escrever algo que me saísse tão bem quanto o bem que tu me fazes. Mas como todos sabem, quando queremos escrever algo que descreva mesmo o que sentimos perante alguém há um travar de língua, um enrolar de palavras que nos fica a dar voltas na goela e acabam por nunca sair como deviam, ou pelo menos com o peso que lhe gostaríamos de dar. Foi por isso que ontem não te vim escrever. Porque na verdade, o que sentimos deve apenas viver nas nossas veias e transparecer pelos nossos olhos; atitudes valem sempre mais que palavras. Eu tenho a certeza que se te tivesse por perto, como gostaria de ter todas as pessoas de quem realmente gosto, tudo isto seria descrito com um grande abraço, mas há falta de melhor cá estou eu. 

Era só para te dizer que apesar de o meu dia ter corrido pessimamente, houve uma estrelinha no canto a dar-lhe uma luz diferente, porque afinal de contas só algumas pessoas se podem vangloriar de conhecerem um homem sem defeitos e eu sinto-me uma sortuda por te ter ao meu lado.
Prometo que quando voltar vamos almoçar fora - bacalhau com natas para mim e à casa para ti, como sempre, claro - e  quem sabe se não serei eu a conduzir a tua máquina voadora que me levou a passear tantos domingos, quando não via sequer a estrada por cima do tablie e tu me falavas dos pinhais que de geração em geração foram passando. 

Afinal de contas, o que quero dizer é que te amo. E que Deus te deixe ficar por cá muito tempo a iluminar os meus dias, porque de estrelas como tu está o meu céu bem negro. 

Um beijo, 
"A tua neta chata e rabugenta"





terça-feira, novembro 6

esqueci-me de mim


Começou oficialmente aquele período em que os dias passam e em que só me lembro que existo quando dou por mim deitada na cama e olho o relógio a contar o último minuto do dia. Parece mentira. 
Sinto-me exausta. Sinto-me exausta só de pensar que tenho que acordar amanhã de novo e esquecer-me que debaixo desta pele que se mexe e auto-comanda também existe alguém, que pensa, tem sentimentos e amor a outras coisas às quais não dedica tempo, porque o tempo lhe escorre pelas mãos. 

Odeio estes dias. Acordo-lhes com um ódio que me deito quase sempre mais dois minutos num momento de auto-negação, na esperança de ser um sonho e não ter que voltar a repetir um «Aii naaoo!» com a cabeça metida na almofada, os pés já fora da cama e os olhos cerrados de tédio. 
Mas a vida é mesmo assim, não é?

Se amanhã acordar com o mesmo pensamento, vou-me levantar mais rápido que nunca, olhar-me ao espelho e pensar: Sacrifios hoje, Beneficios amanhã. E talvez me deite de novo esquecida de mim e do que efectivamente me faz falta, mas sabem que mais?

Amanhã será sempre outro dia. 

segunda-feira, novembro 5

vai ficar tudo bem


Ao som de http://www.youtube.com/watch?v=b6msAdvboXU

Lá fora, pela manhã, o barulho ensurdecedor da chuva embatia contra a minha janela. O céu estava tão carregado de água quanto os meus olhos. E quanto os teus, embora não soubesses. Dormi melhor que nunca, desde a última vez que estivemos juntos, claro. Olhava para ti enquanto dormias, porque os minutos passam a correr e estava quase na hora de te ires embora. Enquanto isso, surgia uma das passagens de um dos meus livros preferidos que na minha cabeça faz todo o sentido, apesar de tudo...  "Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias”. Nesse instante, inconscientemente aconchegaste-me os pés, quentes, e o despertador tocou.. como sempre, ao som de um reagge que podia ser um qualquer e não fazer sentido nenhum para nós, mas parece de propósito, foi o único que nos uniu e que presenciámos juntos, que esteve em todos os nossos momentos bons e menos bons. Toda agente que me conhece minimamente sabe que a frase da minha vida é que esta está cheia de coincidências. Esta deve ter sido só mais uma, como todas as outras. Acordas-te. Abraçaste-me.Sabes o quão bom é dormir enrolada num abraço e receber os bons dias da mesma maneira? «Amo-te», sussurraste-me ao ouvido.
Se este fosse o último dia das nossas vidas com certeza que partiria mais feliz que nunca, daí as lágrimas. Abraçaste-me de novo. «Vai ficar tudo bem, prometo» (...) 

Não chores.
A boa noticia é que gosto muito de ti e é por isso que, ainda, estou cá para te limpar as lágrimas e dizer que apesar de tudo ainda pode valer a pena. Não desperdices a oportunidade. É a única e última. 
Também eu prometo.

domingo, novembro 4

Querido fim de semana


Tive perto de mim duas das pessoas mais importantes da minha vida, por isso não posso pedir mais nada para este fim de semana, a não ser que Deus me ajude a estudar as mil e uma coisas que devia ter lido e preferi trocar pela companhia daqueles que não estão perto de mim tanto quanto gostaria. Amo-vos, é o que interessa! *

Olá Economia Portuguesa e Europeia..

quarta-feira, outubro 31

Não mereces mas..

«Cada regresso teu faz-me acreditar que afinal nunca te foste embora, que o tempo é a coisa mais relativa do mundo e que não é a distância que afasta as pessoas quando nasceram para se encontrar», apesar de não ter nada que te agradecer, parabéns e obrigada pela paciência que tens tido comigo nos últimos tempos. 
A verdade é que se não gostasses realmente um bocadinho de mim, eu no teu lugar já me tinha mandado pró outro lado do planeta, com a boca selada para nunca mais poder dizer porcaria. Mas eu não tenho nada que te agradecer por isso, pelo contrário.. 
Mas obrigada. Obrigada porque o meu bem estar está em estar contigo.
Até já *

domingo, outubro 28

De mal o menos


http://www.youtube.com/watch?v=BDsuR22GQPQ

E agora olho para esta foto em modo de rescaldo de tudo isto e não me sinto tão estúpida. Na verdade não nos devemos sentir mal por o mal que os outros nos fazem. Apesar de tudo foram eles que não souberem respeitar as regras de um ser Humano com princípios e devem ser eles a sentir isso na pele. Os rótulos ficaram colados na testa daqueles que nos carimbaram a vida pela negativa e se não formos burros, como eu infelizmente ainda sou, não voltamos a querer alguém assim na nossa vida. 
O que vai estragar todo este raciocínio é o coração, essa máquina de merda que nos troca as voltas todas; nos faz sentir borboletas quando no fim de contas se tratam de pontapés no estômago,  tremer as pernas de nervoso quando no fundo se trata de raiva, sorrir espontâneo quando só nos apetece chorar. Sim, é isso mesmo. Somos nós a dizer que não e ele a expulsar sims da nossa boca...

Naquele dia o que eu sentia é que precisava de um abraço apertado,
a minha boca, essa.. nunca mais te queria ver. 

Era a cabeça a pensar e o coração a sentir.

quinta-feira, outubro 25

Parabéns

"Eu não me esqueci. Desde o primeiro minuto do dia que estou a pensar no que te hei-de dizer porque nestes dias devemos sempre dizer coisas boas e hoje não me sinto capaz de o fazer. Se soubesse o que sei hoje talvez nunca tivéssemos chegado até aqui ... há um mês pensei mesmo que nunca mais te ia escrever esta mensagem, que nunca mais íamos estar juntos e que mais valia perder tudo aquilo a que dou valor a viver na dúvida. E foi mesmo aí que percebi o quanto te amo por não o conseguir fazer. Por isso decidi juntar numa caixa os nossos melhores momentos, e pensar realmente que se nenhum de nós lutar por nós nunca ninguém o irá fazer.Espero que olhes para ela como eu, e que cada vez que tudo parecer não ter volta a dar te lembres que quando também eu pensava assim o amor falou mais alto. Parabéns amor maior, amor melhor. Amo-te."

Eu contigo,
Tu comigo,
O resto é para trás das costas.



....Because «A relationship is only for two, but some bitches don't know how to count»

(Dois anos e Quatro meses)

sábado, outubro 20

Felicidade relativa




As coisas mudam, as pessoas não. As pessoas moldam-se às coisas e às outras pessoas, às situações e aos sentimentos. Mas a essência mantém-se. 
Por isso é que me custa acreditar em promessas de pessoas que me feriram o ego e a alma. Por isso é que me sinto estúpida ao fazê-lo. É o mesmo que gostar de brincar com o fogo; saber que queima e continuar a querer meter lá a mão. Mas no amor isso acontece. E no fundo lisonjeio-me por conseguir ter o sangue frio, a força de nunca desistir daquilo em que acredito e de amar mais e com força, até quem me faz mal. Porque já não vejo pessoas assim e gostava de ver mais. Acho que se não houver perdão, uma vez por outra, desculpas pedidas no momento certo e a coragem de dar  novas oportunidades a pessoas que nos fazem falta, o mundo não se irá tornar melhor. Também eu tenho orgulho e gosto de manter a minha dignidade. Mas não é isso que me faz feliz. Por isso é que me sinto estúpida, porque também a felicidade às vezes o é e eu só me quero moldar a ela.
E neste momento ela és tu

Ao som de http://www.youtube.com/watch?v=ybwOi2wA2bQ&feature=related 

Querida Sara,


Tenho uma coisa importante para te dizer, mas não sei como dizê-la.
Porque o que é realmente importante nunca será isto, mas sim o que se sente e, especialmente, a sua essência. Tu vais perceber isso, porque no fundo somos mulheres, iguais, e quem melhor que tu para perceberes a imensidão das minhas palavras que descodificas à anos sem grandes esforços.  

Quantas  pessoas se podem vangloriar de ter alguém como tu ao seu lado? Muito poucas. Mas creio que todas elas vão concordar comigo, porque todas elas vão fazer das minhas as suas palavras. No outro dia pus-me a pensar a quem é que eu ia ligar ás tantas da noite a contar o episódio do momento, a bomba do dia, a cusquice do instante. A quem é que ia chamar nomes para me acalmar num momento de raiva, de desgosto. A quem contava os podres do meu dia, as vitórias da semana, as frustrações do mês. Quem me diria que estava tão bem vestida quanto um sem-abrigo ou pronta para deixar o brad pitt a meus pés; que estava a exagerar ou a ser piegas..
No outro dia, que é como quem diz todos os dias, estava a pensar como poderia eu ter enveredado pelos caminhos que segui se não fosses tu sempre lá, pronta para dar o abanãozinho, a palmada nas costas, o abraço, a chapada sem mão.. e cheguei à conclusão que nada tinha sido igual. 
Ontem fiquei aqui. É a vez de inverter os papeis, e apesar de ser justo, não gosto nada desta ideia de te ter do outro lado do mundo, porque gosto muito de ti e fazes-me falta todos os dias, mesmo que não estejamos juntas. 
Aguardo-te sempre. Desejo-te o maior sucesso, acima de tudo. E apesar de saberes que por mim não ias para esse outro planeta, no fundo há algo em mim pronto para te dar o empurrãozinho para que a vida te sorria e faça de ti a melhor - que já és - para além dos meus olhos.

Um beijo,
PAT

(Tive um ataque de saudades tuas, por ser Outubro e a feira sem ti nunca ser a mesma coisa. E sim, fotos juntas é mentira!)

quarta-feira, outubro 17

à Sorte

Mais tarde ou mais cedo percebemos até que ponto as pessoas estão dispostas a ir para mudar a posição que têm na nossa vida, seja para o bem ou para o mal. Ao longo do tempo aprendemos a separar «o trigo do joio» e se primeiro damos o benefício da duvida, depois já nada nos faz mudar de ideias. A não ser que haja factores extremamente fortes que nos façam realmente pensar se valerá ou não a pena. Penso que já não é altura de espremer factores para que haja desculpas para terceiras e quartas oportunidades uma vez que no amor não se compram raspadinhas na esperança de poder ter mais uma sorte. No amor não há sorte. Há entrega, verdade e dedicação. Ponto final.

terça-feira, outubro 16

coragem


Poucos têm a coragem de mostrar o que efectivamente são e gostam; e os que têm, normalmente, são vistos como loucos. 
Pobres de espírito aqueles que olham com desdém para aquilo que gostavam de conseguir também...

domingo, outubro 14

Toma lá dá cá


E depois de tudo vem o medo, a insegurança, os ciúmes. A incapacidade de controlar as piores emoções que o coração oferece ao ser humano, aliadas ao amor incondicional e às saudades infinitas que nos unem a alguém. 
Infelizmente apercebo-me só agora da triste realidade do amor entre pessoas do sexo oposto. Aplicamos constantemente a jogo do "chega para lá" ao achar que temos a faca e queijo na mão - pensando que ele/ela nunca se há-de fartar das nossas atitudes - e, quando levamos com os pés, cá estamos nós, a rastejar por quem mais nos faz falta, a redimir todos os nossos momentos de superioridade e a rebaixar-mo-nos em nome do amor que sentimos por alguém que um dia disse basta e partiu para outra. 
Um dia escrevi que o amor não é um saco de boxe e tê-lo como aliado nas nossas vidas era das melhores coisas do mundo; hoje mais que nunca me auto-subscrevo, por tudo o que de bom e de mau se tem passado.