quinta-feira, outubro 18

à Sorte

Mais tarde ou mais cedo percebemos até que ponto as pessoas estão dispostas a ir para mudar a posição que têm na nossa vida, seja para o bem ou para o mal. Ao longo do tempo aprendemos a separar «o trigo do joio» e se primeiro damos o benefício da duvida, depois já nada nos faz mudar de ideias. A não ser que haja factores extremamente fortes que nos façam realmente pensar se valerá ou não a pena. Penso que já não é altura de espremer factores para que haja desculpas para terceiras e quartas oportunidades uma vez que no amor não se compram raspadinhas na esperança de poder ter mais uma sorte. No amor não há sorte. Há entrega, verdade e dedicação. Ponto final.

quarta-feira, outubro 17

coragem


Poucos têm a coragem de mostrar o que efectivamente são e gostam; e os que têm, normalmente, são vistos como loucos. 
Pobres de espírito aqueles que olham com desdém para aquilo que gostavam de conseguir também...

domingo, outubro 14

Toma lá dá cá


E depois de tudo vem o medo, a insegurança, os ciúmes. A incapacidade de controlar as piores emoções que o coração oferece ao ser humano, aliadas ao amor incondicional e às saudades infinitas que nos unem a alguém. 
Infelizmente apercebo-me só agora da triste realidade do amor entre pessoas do sexo oposto. Aplicamos constantemente a jogo do "chega para lá" ao achar que temos a faca e queijo na mão - pensando que ele/ela nunca se há-de fartar das nossas atitudes - e, quando levamos com os pés, cá estamos nós, a rastejar por quem mais nos faz falta, a redimir todos os nossos momentos de superioridade e a rebaixar-mo-nos em nome do amor que sentimos por alguém que um dia disse basta e partiu para outra. 
Um dia escrevi que o amor não é um saco de boxe e tê-lo como aliado nas nossas vidas era das melhores coisas do mundo; hoje mais que nunca me auto-subscrevo, por tudo o que de bom e de mau se tem passado.