segunda-feira, fevereiro 25

with love




Eu com caracóis. Eu contigo. A sorrir. 
Eu em todas as frases...
Contigo em todas as horas.
A contrário,
sem ti,
contigo em mim,
nos dias frios,
nos momentos difíceis,
nas horas vagas, 
num abraço, num beijo,
no calor do verão,
no frio do Inverno,
em imagens nossas
e nas saudades delas ...
(...) 
fazes-me falta.


Dois anos e oito meses.
com merdas que fazem pouco sentido na cabeça de mulheres civilizadas.

domingo, fevereiro 24

Domingos



Não sei bem que hormonas é que se apoderam das pessoas aos Domingos. Pelo menos de mim. É um dia com um feeling diferente dos outros. Há um peso enorme sobre os meus ombros, uma nostalgia avassaladora que embarca na minha cabeça. Por norma não me apetece falar com ninguém. Talvez seja o dia dedicado a mim mesma; a nós mesmos. A nós mesmos e à cama. À cama, à ronha, aos doces, ao sentimentalismo dos textos com frases feitas... e aos filmes mais choninhas que existem para ver que nos fazem devorar pipocas e pensar o quanto era bom ter alguém assim ao nosso lado. E não é que não tenha, mas ... 
Mais não fosse para acabar com estes Domingos de uma vez por todas.

Resumindo, venha o Verão


sexta-feira, fevereiro 22

chuva&amor

Chovia a cântaros. O vento fazia cantar os pinheiros lá fora. 
Já era tarde, não sei precisar as horas. Cá dentro havia um silêncio ensurdecedor dono de todas as paredes daquela casa. Estava escuro. Tinha medo. Que bom que era o aconchego dos cobertores e a tua respiração no ouvido. Chovia mais. Abraçavas-me com força enquanto dormias. O vento ecoava com força na janela. Beijavas-me o ombro e abraçavas-me mais.. em conchinha, como sempre.
Enroscada naquele abraço adormeci de novo. Os teus pés entrelaçaram-se nos meus. Talvez me quisesses dizer que a mudança está nas acções, que querias ficar comigo para sempre, que estava frio ou apenas que os meus pés estão mais quentes que os teus, o que é raro. Talvez me quisesses transmitir segurança. Talvez estivesses só a dormir. Talvez não te lembres. 
«amo-te»
«amo-te muito», sussurraste. 
Nunca me vou esquecer. Se calhar as pessoas quando dormem demonstram realmente o que sentem, assim como quando estão bêbedas dizem a verdade. Pelo menos aquele beijo disse-me isso. Se calhar não percebo tão bem de química como de português. Quem sabe?
Fazes-me falta.

 kiss kiss bang bang!

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