terça-feira, junho 11

Fim de semana

Estas são as fotos que resumem o meu mega fim de semana perto de todos os que me fazem bem! Volto na próxima semana!

my shelter - Avô

chove, chove, chove

a chatear o filipe

prestes a adormecer

à espera da mommy

A lanchar perto da Benedita

a jantar percebes das Berlengas

e camarões...

test-drive 

as minha ultima obra de arte "in rose" 

fotos: Pataias, Benedita, Nazaré

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quarta-feira, junho 5

Homens, mulheres e complicações

É coisa dos homens. O seu sentido prático de encarar uma relação amorosa irrita-me. Aquele desinteresse típico que transforma coisas a que nós damos tanta importância em banalidades sem jeito nenhum. Como me deverão entender... Será que não percebem que a cabeça de uma mulher é tridimensional, e que toda a mínima informação é precisa? 
Amigos, uma relação é feita por duas pessoas. Caso ainda não se tenham apercebido isto é mesmo verdade. Assim como um barco se move mal apenas com um remo, assim acontece com o amor. Por isso não estejam à espera que ela vos ligue se têm alguma coisa para dizer, não guardem as palavras mais bonitas para as ocasiões mais desapropriadas; lembrem-se que a vida delas não floresce em torno de um jogo de consola e que a falta de um smile ou um ponto final mal colocado numa mensagem pode fazer toda a diferença. As mulheres são assim, um conjunto de coisas parvas que na sua cabeça fazem todo o sentido. 
Alguns de vocês são muito básicos. Um beijo pode ser só um beijo. Mas na cabeça de uma mulher um beijo pode ser "o beijo". E isso meus amigos é que chega a determinar o avanço ou o recuo de qualquer coisa que possa estar a surgir ou prestes a morrer, entre duas pessoas. Por isso empenhem-se. Mas também não exagerem, palavras e gestos bonitos a mais, também são de desconfiar...
Na verdade há um meio termo que todas gostamos. 

Agora que penso, têm razão, nós somos umas complicadinhas. 
Mas a verdade é que homem sem mulher e vice versa não faz sentido, e a mal ou bem, temos que nos aturar. E já que assim é, que seja de boa maneira.




Proximos dias: Nazaré e arredores, finalmenteee. Encontramo-nos pelo Instagram e pelo Tumblr

quarta-feira, maio 29

Histórias

Devia ter-te esquecido. Arrancado de uma vez por todas da minha vida, espezinhado como fizeste comigo, errado de propósito para sentires na pele a dor de amar alguém. Devia privar-te de me veres, de saberes de mim, para saberes o verdadeiro significado da palavra saudade ao olhares o meu número de telefone e pensares o quão bom seria ouvir a minha voz ou receber uma mensagem minha, como aconteceu comigo durante tempos e tempos. Devia ter-te esquecido, como  os fortes fazem quando querem por termino àquilo que não resultou mais. Sim, durante uns tempos pensei que isso me tinha acontecido, mas enganei-me, como todas as pessoas que se auto enganam ao pensar que esquecem aquele que foi o seu amor para a vida. E não é que não acredite que vá existir melhor, até porque não me posso queixar, mas dizem que o primeiro é o tal, e eu acredito bem por tudo o que me fazes ainda hoje sentir. Não faz sentido a maneira como apareces na minha vida de tempos a tempos em recortes fotográficos que a minha memória faz questão de não esquecer. Como daquela vez em que me penteavas o cabelo ao espelho, ou da outra em que nem saboreei aquele pastel de Belém às direitas...
 Não há saudades. Não há amor. Não sinto a tua falta. Não há fantasmas a assombrar-me o espírito como houve durante tanto tempo. Há uma coisa que tende a levar-me até ti a que desisti de dar nome por nem merecer que eu pense em tal coisa. Mas que ainda vai dar um bom livro, lá isso vai. Nesse dia, agradeço-te a história e o argumento. Porque aí sim, vou depositar todo o meu amor por ti, todas as frustrações e sentimentos de quase-ódio e raiva que te tive; e por fim esta coisa, a que não se dá nome, mas que todos vão entender nas entrelinhas destas minhas palavras que escrevo, como sempre, em modo de rescaldo.

E sim, este é mesmo para ti.