quarta-feira, junho 12

Espanhóis

Se há coisa com que não vou muito à bola é com Espanhóis. Esses a quem chamam de irmãos e a quem eu prefiro chamar de bastardos. Irritam-me. Aquela voz estridente idêntica à de uma cana rachada a chilrear como pássaros em sofrimento tira-me do sério. Especialmente quando os oiço falar, aliás, gritar, assim por terras nossas, como se fossem os donos de tudo o que os rodeia e actuando como tal. Mais ainda quando se fazem de burros - Se é que não são mesmo! - quando tentamos falar com eles e se limitam a pontapear um "no entiendo" com três facas na mão e já de costas voltadas. Raios os partam!   
E sim, estou a falar de Espanhóis enquanto nação. Preferi não me cingir ao sexo feminino para não ter que utilizar palavrões em bom português para colocar algumas no sitio que merecem, dadas as minhas experiências menos agradáveis. 
Já dizia a minha avó "De Espanha nem bons ventos nem bons casamentos". E como todos os avós, tinha razão, pelo menos, eu acho. Não são flôr que se cheire. As únicas boas recordações que tenho lá daqueles lados devo-as ao meu irmão. Talvez ainda se lembre quando nos entretemos a roubar gelados do buffet daquele hotel top em Granada para esconder no frigorífico da suite, substituindo assim o abacaxi que la estava pelo qual pediam uma fortuna. Sempre deu para matar a fome que aqueles ovos mexidos nojentos, que se encontravam a nadar numa piscina de óleo, não mataram ao pequeno almoço. 

Na verdade nunca fui com a cara de gente de nariz empinado, que grita mais do que o que falam, egoísta, rude,  mal educada e pouco afável. Talvez seja por isso...



Peço desculpa se generalizei demais.
Ainda tenho os braços abertos para conhecer alguém de nacionalidade espanhola que me faça mudar de ideias.  

Patrícia Luz


terça-feira, junho 11

Fim de semana

Estas são as fotos que resumem o meu mega fim de semana perto de todos os que me fazem bem! Volto na próxima semana!

my shelter - Avô

chove, chove, chove

a chatear o filipe

prestes a adormecer

à espera da mommy

A lanchar perto da Benedita

a jantar percebes das Berlengas

e camarões...

test-drive 

as minha ultima obra de arte "in rose" 

fotos: Pataias, Benedita, Nazaré

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quarta-feira, junho 5

Homens, mulheres e complicações

É coisa dos homens. O seu sentido prático de encarar uma relação amorosa irrita-me. Aquele desinteresse típico que transforma coisas a que nós damos tanta importância em banalidades sem jeito nenhum. Como me deverão entender... Será que não percebem que a cabeça de uma mulher é tridimensional, e que toda a mínima informação é precisa? 
Amigos, uma relação é feita por duas pessoas. Caso ainda não se tenham apercebido isto é mesmo verdade. Assim como um barco se move mal apenas com um remo, assim acontece com o amor. Por isso não estejam à espera que ela vos ligue se têm alguma coisa para dizer, não guardem as palavras mais bonitas para as ocasiões mais desapropriadas; lembrem-se que a vida delas não floresce em torno de um jogo de consola e que a falta de um smile ou um ponto final mal colocado numa mensagem pode fazer toda a diferença. As mulheres são assim, um conjunto de coisas parvas que na sua cabeça fazem todo o sentido. 
Alguns de vocês são muito básicos. Um beijo pode ser só um beijo. Mas na cabeça de uma mulher um beijo pode ser "o beijo". E isso meus amigos é que chega a determinar o avanço ou o recuo de qualquer coisa que possa estar a surgir ou prestes a morrer, entre duas pessoas. Por isso empenhem-se. Mas também não exagerem, palavras e gestos bonitos a mais, também são de desconfiar...
Na verdade há um meio termo que todas gostamos. 

Agora que penso, têm razão, nós somos umas complicadinhas. 
Mas a verdade é que homem sem mulher e vice versa não faz sentido, e a mal ou bem, temos que nos aturar. E já que assim é, que seja de boa maneira.




Proximos dias: Nazaré e arredores, finalmenteee. Encontramo-nos pelo Instagram e pelo Tumblr