domingo, julho 14

Life goes on

Às vezes não vale a pena. Outras o mundo podia acabar ali, para acabar bem. 
Fases. Talvez seja a única e mais pequena palavra capaz de descrever a inconstância da vida e do amor. Gosto de os ver como partes isoladas. Sempre concordei com aquela citação que diz que "a vida é uma coisa e o amor é outra". Gosto de os avaliar em separado, apesar de no fundo andarem sempre de mãos dadas. 
É preciso sairmos de nós para conseguirmos olhar para o que nos alimenta. Viver demasiado as coisas nem sempre nos deixa avaliar o que nos faz bem e o que nos faz mal. Alguma vez olharam para vocês como o melhor amigo a quem poderiam ter que dar um conselho, dos bons e honestos? Faço-o e aconselho-o. 

Amem-se sempre mais. No fundo o amor é uma coisa e a vida é outra. Mas vida há só uma. E se o amor não a quiser acompanhar para sempre, insistam as primeiras três vezes e desistam na quarta. Ser feliz é muito mais importante!

(é um conselho, não é a minha vida)

Patrícia Luz

Foto: Praia da Falésia, no melhor fim de dia deste ano

E quem é que já está de férias pelo Algarve? Digam alguma coisa! Instagram 



terça-feira, junho 18

Ao Norte,

http://www.youtube.com/watch?v=I7_iYwuAW2s , Penso que não haverá melhor música para descrever o magnifico fim de semana que tive a bordo de um cruzeiro pelo rio Douro e não só. Visitei sítios lindos como Mirandela, Peso da Régua, Vila Pouca de Aguiar, a Barragem da Aguieira, entre outros! Sem dúvida que recomendo a toda agente que o possa fazer, porque são terras e gentes como as que trabalham arduamente no cultivo de tudo o que se vê nas fotografias que se seguem que tanto me faz orgulhar de ser Portuguesa de alma e coração. Aqui, em cada recanto, há um pouquinho mais de nós enquanto povo esforçado e com virtudes que merecem ser enaltecidas no meio de tanta porcaria que nos tende a afundar nas vozes do mundo. Há muito amor à terra e ao vinho. Ao que é nosso. Cheira a história em cada casa que beija o Douro em todo o nascer e por do sol, a suor nos rostos que carregam o seu pão de cada dia às costas na altura das vindimas, a ar puro como à muito não tinha memória. As cores de um dia solarengo de Junho ficarão na minha memória por algum tempo... aquele contraste verde das parreiras com o azul do céu e o branco das quintinhas vinhanteiras. De meandro em meandro à descoberta, da próxima barragem, talvez, por entre copos de vinho do porto, boa música portuguesa... e alguns pares de dança à mistura.
Ah, isto sim, é Portugal! E será sempre assim que me quererei lembrar dele. 

Patrícia Luz

- Todas as fotos são de minha autoria.



























quinta-feira, junho 13

Planeta cinzento

Parece que este ano não vamos poder por pé prego a fundo em direcção ao verão. E que bem feita que é! Bem feita, salvo seja. Eu faço a reciclagem, por enquanto ando maioritariamente a pé e irrita-me profundamente quem deita lixo para o chão - aprendi com uma amiga minha no secundário, a Teresa, a repreender todas as pessoas que o fazem, conhecidas ou não. Mas não sou santa nenhuma e mesmo que fosse, sozinha não mudava o mundo. Talvez agora ponham a mão na consciência e lhes pese a troca dos dias solarengos e quentes pelas chuvadas de um verão frio e com férias arruinadas. Cada um carrega a cruz que merece, e é triste dizê-lo, mas nós, Ser Humano, não nos temos portado nada bem.
O meu lema de vida sempre foi, como a maior parte de vocês que me acompanham há algum tempo sabem, que Deus (ou quem quer que seja) escreve direito por linhas tortas, e este deve ser só um abre olhos para um mundo que regride a cada dia que passa. 
Lembrem-se disto. 
E quando chover no dia em que tinham a mala pronta para ir para a praia lembrem-se do que vos digo: no dia em que fez sol é provável que tenham deixado papeis e garrafas de cerveja abandonas no vosso areal preferido. Preferido, digo bem... fará se não fosse.

Amem o planeta, antes que seja tarde!

Patrícia Luz















(alguns detalhes. fotos do instagram )